7 de abril de 2014

Porque acredito que discipulado em mini-grupo é melhor


Eu fiz discipulado um a um por anos e amei. Eu vi a vida das pessoas mudarem de formas legais e estava convencido de que eu queria fazer isso pelo resto da minha vida. Mas eu desisti de fazer discipulado um a um em função do discipulado de mini-grupo, que eu creio ser mais bíblico, mais efetivo e mais prático. O que está errado com o discipulado um a um?

1. Não é bíblico. Eu não sei porque, mas no passado quando ouvia a palavra “discipulado”, um contexto de um a um é o que vinha a minha mente. Mas este não é o padrão de como Jesus discipulou seus seguidores mais próximos. É claro que sempre vemos Jesus se relacionando às pessoas uma a uma, particularmente em histórias no Evangelho de João. Mas você não o vê investindo em indivíduos um a um de forma contínua. Entretanto, você geralmente o vê com seu núcleo composto por Pedro, Tiago e João. Não estou dizendo que não devemos nos relacionar com as pessoas a um nível individual. O que eu digo é que Jesus escolheu um mini-grupo (um grupo menor entre os doze) para passar seus momentos mais essenciais juntos. Talvez neste momento você esteja objetando: “Mas e quanto a Paulo e Timóteo?” Mas não eram apenas Paulo e Timóteo. Silas estava com Paulo quando Timóteo uniu sua comitiva e mais tarde pessoas como Tito e Lucas circundaram o grupo de Paulo. No famoso discipulado visto em 2 Timóteo 2:2, Paulo diz a Timóteo: “E as coisas que você tem me ouvido falar na presença de muitas testemunhas repasse a pessoas confiáveis que também serão qualificadas para ensinar outras pessoas (NVI). Note que tudo isto implica grupo, não cenário um a um. Paulo não treinou Timóteo no contexto um a um. Ele o equipou num cenário de equipe.

2. Não é eficiente. Agora os meus grupos de discipulado é composto por mim e outros quatro homens que se encontram por uma hora e meia durante o café da manhã toda quarta de manhã. Isto não apenas tem uma dinâmica melhor do que o modo um a um (baseado em meus anos de experiência fazendo das duas formas), mas eu estou impactando quatro vezes o número de homens de uma só vez! Sendo assim, eu também só tenho sabedoria no núcleo para um certo núcleo para os dons espirituais. Mas em um grupo de quatro ou cinco, há muito mais sabedoria e uma gama maior de dons espirituais em serviço.

3. Não é prático. Fazer discipulado em mini-grupos é mais prático de diversas maneiras. Eu apenas compartilharei dois. Primeiro, o grupo não é tão dependente do líder. Na última semana eu estava doente na quarta de manhã mas meu grupo não precisou de mim, eles se encontraram mesmo assim. O propósito, formato, currículo e atmosfera está pronto e não depende de mim. Em duas semanas estarei fazendo um treinamento na China. O grupo continuará acontecendo. Segundo, há menos desencorajamento em um mini-grupo. Um dos maiores problemas do um a um é quando você está trabalhando com os novos convertidos e de repente eles se desviam. É muito desencorajador para um mentor que investiu meses em um novo convertido quando seu protegido desiste e se muda com o seu namorada(o) ou volta para as drogas. Mas com um mini-grupo há mais sucesso misturado com os desapontamentos e contratempose os novos convertidos em um mini-grupo também desafiam e encorajam o outro no mesmo nível, que os ajuda muito.

Novamente, não é que o um a um seja ruim. É que discipulado funciona muito melhor em um formato de mini-grupo que é mais bíblico, mais efetivo e mais prático. O que a sua experiência te ensinou? Quais perguntas ou conhecimentos você tem sobre como ter um maior impacto no discipulado?

Por Jim Egli em www.celulas.com.br

 
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